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Cuidados na gestação de cães [+]

Aqueles que têm uma cachorrinha para companhia às vezes nos questionam quanto a necessidade delas serem encaminhadas ou não a reprodução. Existem vários aspectos a serem observados desde a funcionalidade do aparelho reprodutivo até o instinto materno de casa animal.

Algumas fêmeas tem o instinto materno naturalmente ativo, sendo mais afetuosas com os donos e com outros cães da casa, porém algumas, ao contrário, às vezes sem mesmo permitirem o acasalamento assim como não cuidarão das suas crias. Cabe ao dono perceber estes sinais. Outros fatores que podem ser limitantes à reprodução são alterações hormonais, baixa taxa de ovulação que podem ser solucionadas através de uma consulta ao médico veterinário, que após os exames necessários indicarão o tratamento adequado. 

Atualmente temos à disposição dosagens de progesterona e citologia vaginal para controle da ovulação, indução de cio e inseminação artificial, dentro outros recursos para maximizar a capacidade reprodutiva. Em relação aos machos, avaliação espermática, resfriamento e congelamento de sêmen. O mais importante é avaliar individualmente os cães para excluir possíveis alterações geneticamente transmissíveis, como displasias ósseas, defeitos na dentição, ausência de testículos e desvios de comportamento que poderiam ser transmitidos aos filhotes.

Se a decisão da família for por não deixar a cachorrinha reproduzir, a melhor indicação é a ovariohisterectomia (retirada dos ovários e útero) pois assim ela não entrará mais no cio (o intervalo entre o cio é de seis à oito meses), pois o uso de anticoncepcional tem algumas contra indicações (a maioria pode causar hemorragia, infecções e prolongamento do cio).

Passados por todos estes preparos, não podemos esquecer-nos de levar a futura mamãe para visitas ao veterinário durante a gestação para verificar se tudo está correndo bem e ao exame de ultrasom para avaliação dos filhotes e aguardar a chegada da turminha.

 

 
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